Resultados de Pesquisa

Análise dos Impactos do Aumento do ICMS para a Economia de São Paulo e do Sudeste
Utilizando um modelo econômico estático de equilíbrio geral o FGV Agro buscou entender quais serão os desdobramentos econômicos da nova alíquota do ICMS adotada pelo governo de São Paulo para o estado e toda a região Sudeste. O estudo, realizado em dezembro de 2020, mostra que os impactos do aumento da alíquota de ICMS geram distorções para a economia de São Paulo e de toda a região Sudeste. Essas distorções serão sentidas em forma de redução de consumo pela população e redução de investimentos pelos setores. Os principais resultantes desses efeitos são a redução da massa salarial e a redução do valor da produção setorial.
As análises mostram que o aumento da arrecadação de tributos estaduais acarretaria uma troca de consumo: para que haja a possibilidade da ampliação dos gastos do governo a população terá seu consumo reduzido. Para cada R$ 1,00 adicional de arrecadação, haveria uma queda de R$ 2,75 no consumo. Portanto, há um aumento da importância relativa do governo na região Sudeste. Ou seja, a importância relativa dos demais agentes econômicos será reduzida. Além disso, os trabalhadores menos qualificados que, de modo geral, estão associados às famílias de mais baixa renda, seriam os mais afetados. Justifica-se, portanto, o motivo pelo qual associações e entidades relacionadas ao agronegócio estarem se manifestando contra a nova Lei.
 
Proposta de Sistema de Monitoramento, Relato e Verificação (MRV)
O Observatório da Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Observatório ABC) da FGV junto com a Plataforma Multi-institucional de Monitoramento das Reduções de Emissões de Gases de Efeito Estufa na Agropecuária (Plataforma ABC) da Embrapa gostaríamos de compartilhar com vocês a nossa "Proposta de Sistema de Monitoramento, Relato e Verificação (MRV) das emissões de gases de efeito estufa da agricultura de baixa emissão de carbono". Gostaríamos de poder apresentar essa proposta em um evento presencial, mas infelizmente o momento atual não nos permite, e ao mesmo tempo, a necessidade de monitorar os resultados da agricultura ABC aumenta a cada dia. Dessa forma, tomamos a liberdade de enviar a você e a todos os interessados no tema da agricultura de baixa emissão de carbono o arquivo em anexo com a nossa proposta. Esta proposta foi construída com apoio da CLUA (Climate and Land Use Alliance) e trata-se de uma contribuição para resolver um dos principais desafios do Plano ABC e do Programa ABC, que é o monitoramento. Acreditamos que essa proposta pode ser empregada prontamente por diferentes agentes interessados, como também, pode ser customizada e aprimorada para fins de certificação e creditação de sistemas produtivos, selos ambientais, e iniciativas similares. E o seu amplo uso permitirá a geração de uma base de dados diversa e robusta para a mensuração ou estimativa das emissões da agropecuária de baixa emissão de carbono a nível regional e nacional.
Esperamos que o documento seja útil para engajar a sua instituição na importante tarefa de monitorar a agricultura sustentável brasileira.
 
Impactos do coronavírus sobre o Agronegócio: O que já é possível observar?
Apesar da importância da economia chinesa para o desempenho comercial no agronegócio brasileiro, até o momento (fevereiro/2020): - não foi possível observar contratação das exportações; - menor valor das importações.
 
A Greve dos Caminhoneiros – Origens e Impactos sobre a Economia Brasileira
The Truck Drivers’s Strike – Origins And Impacts On The Brazilian Economy
Nas duas últimas semanas de maio e nos primeiros dias de junho de 2018 – mais precisamente, entre os dias 21/05 e 03/06 – o Brasil, literalmente, parou devido ao movimento de greve dos caminhoneiros. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, no auge da paralisação, foram registrados mais de 1,3 mil pontos de bloqueio pelo país. Embora o movimento tenha sigo organizado por uma coordenação bastante descentralizada, uma reclamação foi comum dentro da categoria: a contração do retorno econômico da atividade dos caminhoneiros. Embora os sucessivos aumentos no preço do óleo diesel tenham sido apontados como a principal causa, é possível identificar outros fatores que comprimiram a margem econômica dessa categoria, tanto pelo lado da demanda quanto pelo lado da oferta.
 
Agroindústria Brasileira: Retrato do Setor e Projeções para 2019
Brasilian Agro-Industry: The Situation of the Sector and Projections for 2019
A produção do agronegócio brasileiro se estende muito além da produção de matérias-primas derivadas das atividades agropecuárias. Essa ideia esteve presente na série de estudos sobre as cadeias agroindustriais brasileiras produzidos até o momento. Nessa direção, nos estudos anteriores, foram detalhadas as cadeias agroindustriais dos seguintes setores: Leite e laticínios; Complexo de carnes (bovina, de frango e suína); Trigo e derivados; Café; Sucos e chás; Balas, amendoins e chocolate; Cachaça; Vinhos e cervejas.
 
O Setor de Laticínios no Brasil e suas Interações com o Comércio Internacional
The Brazilian Dairy Sector and their Interactions With International Trade
O setor de lácteos brasileiro, composto pelos segmentos produtores de leite e seus derivados (como creme de leite, leite em pó, iogurte, manteiga e queijos), apresenta-se como o 4º maior do mundo. Internamente, em 2017, essa cadeia produziu na parte agrícola R$ 30,4 bilhões, representando 5,4% do Valor Bruto da Produção Agropecuária nacional e 17% da produção pecuária brasileira. Nas etapas industriais, em 2016, o setor de lácteos gerou uma produção superior a R$ 54 bilhões. Atualmente a produção de leite está presente em todo o território nacional e em mais de 99% dos municípios brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
O Setor de Carnes no Brasil e suas Interações com o Comércio Internacional
The Brasilian Meat Sector and their Interactions With International Trade
O complexo brasileiro de carnes compõe uma das principais cadeias do agronegócio nacional. Os números deixam essa posição muito clara: em 2017, o setor de carnes respondeu por 31% do PIB do agronegócio, gerando para o país R$ 433 bilhões. Todavia, embora o setor proteína animal brasileiro, com muita frequência, seja tratado como uma unidade homogênea (tal qual o exemplo anterior e em diversos momentos desse relatório) é importante ter claro que essa cadeia produtiva é formada principalmente por três segmentos distintos: carne bovina, suína e de frango. Apesar das diferenças, que serão detalhadas na sequência, todas essas cadeias possuem em comum uma expressiva representatividade, não apenas abastecendo o mercado interno, mas tornando o Brasil um protagonista no comércio internacional desses produtos – em ambos os casos, contribuindo para dinamizar a economia nacional.
 
A Indústria do Trigo no Brasil e suas Interações com o Comércio Internacional
The Brazilian Wheat Sector and Their Interactions With International Trade
Trigo: Um dos Grãos mais consumidos no Brasil e no Planeta. O trigo está entre os principais grãos produzidos no mundo e é o segundo alimento mais consumido à nível global, atrás penas do milho. Em 2017 foram produzidas mais de 740 milhões de toneladas no mundo.
 
A Industria Cafeeira no Brasil e suas Interações com o Comércio Internacional
Brazilian Coffee Industry and Their Interactions With The International Trade
O agronegócio brasileiro representa 22% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O PIB brasileiro encerrou o ano de 2017 em R$ 6,56 trilhões, enquanto que o agronegócio teve uma participação de R$ 1,42 trilhão nesse montante. Além disso, o Valor Bruto da Produção (VBP) no Brasil atingiu aproximadamente R$ 540 bilhões em 2017. As lavouras brasileiras respondem 67% desse montante, aproximadamente R$ 365 bilhões. A cultura do café, têm participação relevante na composição desse valor, onde responde por cerca de R$ 21 bilhões, aproximadamente 6% do total.
 
A Indústria de Sucos e Chás no Brasil e suas Interações com o Comércio Internacional
The Juice and Tea Industry In Brazil snd Their Interactions With International Trade
Dentre as indústrias de transformação no Brasil, a de alimentos e bebidas é a maior. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), em 2017, a indústria de alimentos e bebidas foi responsável por gerar R$ 550 bilhões em Valor Bruto da Produção Industrial (VBPI) e um contingente de 35,6 mil empresas; além disso é o setor que mais emprega, com cerca de 1,6 milhões de empregos diretos e apresenta um faturamento de R$ 642,6 bilhões, dos quais 81% pertencem à alimentos e 19% às bebidas. Apenas a indústria de bebidas responde, em 2017, por 3% do valor da produção industrial do país.
 
A Indústria de Chocolate, Amendoins e Balas no Brasil e suas Interações com o Comércio Internacional
The Brazilian Chocolate, Peanuts and Candies Industry and Their Interactions With International Trade
O Cacau no Mundo e no Brasil: Uma Produtividade Aquém do Esperado.
O cacau, fruto conhecido mundialmente principalmente por ser a principal matéria-prima na produção de chocolates, tem grande importância econômica no cenário mundial. No passado, segundo a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) suas sementes eram valiosas e serviam como moeda de troca entre os Maias. Com a expansão do consumo do chocolate, o interesse pelo cultivo cacaueiro foi crescendo e outras regiões foram tentando implementar o plantio, disseminando a produção pelo mundo. Foi enviado para a Espanha, América central e do Sul, Ásia, Caribe e África e hoje é responsável por grandes plantações que representam extrema importância na geração de emprego e de renda de milhões de pessoas.
 
A Indústria da Cachaça no Brasil e suas Interações com o Comércio Internacional
The Brazilian Cachaça Industry and Their Interactions With International Trade
O setor brasileiro de alimentos e bebidas tem grande importância econômica para o Brasil sendo, dentre as indústrias nacionais de transformação, a maior. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), em 2017, a indústria de alimentos e bebidas foi responsável por gerar R$ 550 bilhões em valor bruto da produção industrial (VBPI) e um contingente de 35,6 mil empresas; além disso é o setor que mais emprega, com cerca de 1,6 milhões de empregos diretos e apresenta um faturamento de R$ 642,6 bilhões, dos quais 81% pertencem à alimentos e 19% às bebidas. Apenas o faturamento da indústria de bebidas, R$ 121,9 bilhões, respondeu, em 2017, por 3% do valor da produção industrial do país.
 
A Indústria da Cerveja e do Vinho no Brasil e suas Interações com o Comércio Internacional
The Brazilian Beer and Wine Industry and Its Interactions With International Trade
Dentre os principais segmentos industriais brasileiros, a indústria de alimentos e bebidas é, de longe, a maior. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), em 2017, a indústria de alimentos e bebidas teve um faturamento total de R$ 642,6 bilhões. Desse montante, 81% foi gerado na produção de alimentos e 19% na fabricação de bebidas. Além disso, esse segmento industrial abrange um contingente de 35,6 mil empresas e gerando diretamente postos de trabalho para mais de 1,6 milhão de pessoas.
 
O Agronegócio Brasileiro: China e Comércio Internacional
Brazilian Agribusiness: China and International Trade
O agronegócio brasileiro tem desempenhado, nas últimas décadas, papel central na expansão do comércio internacional, contribuindo para impulsionar as exportações do país, favorecer a balança comercial e, principalmente, consolidar o Brasil como um importante player do mercado global. Nesse processo, a parceria comercial com a China, por meio do fornecimento de matérias primas e commodities, é estratégica para o desenvolvimento econômico brasileiro. Esta publicação traz uma análise da economia chinesa, apresentando seus desafios e oportunidades, sobretudo no que diz respeito ao agronegócio e à interação com o Brasil. Para isso, examina de forma precisa a dimensão que o setor possui no país asiático, as necessidades e percepções chinesas em torno das atividades agropecuárias, além das características atuais do segmento e suas perspectivas (português/inglês).
 
Amazônia Legal: Propostas para uma exploração agrícola sustentável
Nos últimos anos, o Brasil passou por um processo de urbanização e modernização intensas da agricultura. O desenvolvimento rápido, sem o devido planejamento, causou a devastação de parte significativa dos biomas e a degradação dos solos e das bacias hidrográficas. Infelizmente, Amazônia Legal não foi uma exceção nesse processo e tal situação causa preocupação mundial. Diante disso, o presente projeto tem como pergunta central: como aproveitar de uma maneira sustentável as áreas desmatadas com corte raso da Amazônia Legal a partir de sistemas agroambientais?
 
Análise da Atividade Agro-Florestal Sustentável na Amazônia
 
Estudo sobre Eficiência do Uso da Água no Brasil: Análise do Impacto da Irrigaçao na Agricultura Brasileira e Potencial de Produção de Alimentos face ao Aquecimento Global
O objetivo do presente trabalho é mapear o panorama da irrigação no Brasil com base em dados públicos disponíveis, mostrando o uso de diferentes sistemas de irrigação e suas respectivas eficiências em termos de consumo de água e energia elétrica. Com base nestas premissas, intenciona-se estimar o potencial de produção de alimentos no Brasil com o uso de tecnologias de irrigação.
 
Estudo "Intensificação da Pecuária Brasileira: Seus Impactos no Desmatamento na Produção de carne e na redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa"
Com objetivo de contribuir, de maneira propositiva, para a construção de uma agropecuária de baixa emissão de carbono e mais intensificada, o presente trabalho teve como principal objetivo estimar o impacto nas emissões de GEE do setor agropecuário, com e sem a adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono nos Biomas brasileiros. Objetiva também determinar o efeito da intensificação em termos de incremento de animais na pecuária e o efeito poupa terra.
 
 
Pesquisa e Elaboração de Modelo de Mediação para os Mercados do Agronegócio - Corporación Andina de Fomento (CAF) e Fundação Getulio Vargas (FGV)
O estudo tem como objetivo a elaboração de um modelo de mediação para os mercados do agronegócio, como primeiro passo para a construção de proposições para promover o entendimento interno e o equilíbrio entre os diversos atores no interior das cadeias produtivos do setor.
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Estudo "Fatores Determinantes dos Preços dos Alimentos - O Impacto dos Biocombustíveis"
Esse estudo inédito aborda os eventuais impactos dos biocombustíveis na cadeia alimentar e inclui modelos econométricos para testar a contribuição de cada fator na explicação da alta dos preços dos alimentos.
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