O Brasil deve retomar em breve a liderança das vendas mundiais de etanol, já que a vocação do país não é de importador e sim de exportador. Mas para tanto, é preciso restabelecer a competitividade do biocombustível de cana, definindo metas para a participação do produto na matriz de combustíveis brasileira. A perspectiva foi defendida pelo presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank.
Fonte: Canal Rural
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